Podcast 12 - Esportes

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Marcelinho Huertas assina com Lakers para jogar NBA; contrato é de um ano

Armador da seleção de Magnano será o nono brasileiro na NBA desta temporada. Em rede social oficial do clube, jogador diz: "Estou super animado para temporada"



Capitão da seleção brasileira de basquete, Marcelinho Huertas assinou contrato com o Los Angeles Lakers nesta quarta-feira. O acerto entre o jogador e o clube da NBA foi confirmado no fim de agosto, mas só esta semana o negócio foi concretizado. O contrato é de um ano, podendo ser renovado. Por política da equipe americana, os termos do acordo não foram divulgados.
Veja o vídeo de Marcelinho treinando nos Lakers
- Olá, eu sou Marcelo Huertas e estou super animado para começar essa temporada com os Lakers - disse o brasileiro em vídeo postado pelo Twitter oficial dos Lakers.
O jogador deixou o Brasil muito jovem, em 2004, para atuar no basquete espanhol, até chegar ao Barcelona, em 2011. O armador de 32 anos estava treinando no Paulistano, em São Paulo, para manter a forma. Desde 2011, defendia as cores do time espanhol e foi um dos destaques da equipe catalã nesse período. É um dos nomes praticamente certos da seleção brasileira do técnico Ruben Magnano para as Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016.
Marcelinho Huertas assinatura Los Angeles Lakers basquete (Foto: Reprodução/Site Los Angeles Lakers)Marcelinho Huertas assina contrato com o Los Angeles Lakers (Foto: Reprodução/Site Los Angeles Lakers)
Marcelinho Huertas será o nono brasileiro em atividade na NBA. O país já contava com Nenê (Washington Wizards), Anderson Varejão (Cleveland Cavaliers), Leandrinho (Golden State Warriors), Tiago Splitter (Atlanta Hawks), Raulzinho (Utah Jazz), Cristiano Felício (Chicago Bulls), além de Lucas Nogueira e Bruno Caboclo (Toronto Raptors).
O Brasil teve representantes nos dois últimos títulos da NBA. Na temporada retrasada, Tiago Splitter se tornou o primeiro brasileiro campeão da liga americana de basquete, junto com os Spurs. Em junho passado, Leandrinho foi campeão com os Warriors. 
Fonte: http://globoesporte.globo.com/basquete/noticia/2015/09/marcelinho-huertas-assina-com-lakers-para-jogar-nba-contrato-e-de-um-ano.html

Estudo diz que EUA vão gastar R$ 361 bilhões em apostas no futebol americano

Futebol americano movimentará fortuna
Futebol americano movimentará fortuna
A empresa "GamblingCompliance" fez um estudo que estima que as apostas na NFL e no futebol americano universitário nos Estados Unidos nesta temporada, legais e ilegais, devem movimentar mais de US$ 95 bilhões (cerca de R$ 361 bilhões) em 2015-2016
O estudo aponta que apenas o valor das apostas legais, em cassinos, internet e casas de apostas (cerca de US$ 12,4 bilhões, ou R$ 47 bilhões) faria dos Estados Unidos o maior mercado de apostas do mundo e pode gerar mais receita que a própria NFL.
Esse valor é cinco vezes maior que o mercado de apostas do Reino Unido e 11 vezes maior que o mercado italiano do ramo.
No último ano fiscal, a NFL gerou uma receita de US$ 7,2 bilhões, cerca de R$ 27.3 bilhões. A expectativa deste ano é que esse valor suba para US$ 12 bilhões.

PS4 brasileiro irá custar R$ 2,6 mil



A Sony anunciou na noite desta quarta-feira (2) que o PlayStation 4 fabricado no Brasil irá custar R$ 2,6 mil. O novo valor, válido a partir de outubro, representa uma redução de 35% em relação ao preço original do console, lançado em novembro de 2013 por R$ 4 mil.
Mesmo assim, o PS4 continuará sendo mais caro que o Xbox One, seu principal rival, no Brasil. Em comparação, a versão brasileira do Xbox One é vendida por R$ 2,3 mil em conjunto com o Kinect, e por R$ 2 mil em pacote sem o sensor de movimentos.
Made in Brazil
A fabricação nacional do PS4 foi revelada pela Sony durante a feira de games E3 2015, em Los Angeles (EUA), em junho deste ano.
Na ocasião, Anderson Gracias, chefe da marca PlayStation no Brasil, disse ao G1 que sempre houve desejo de fabricar o PlayStation 4 no país. Mas foi a reação enormemente negativa dos brasileiros ao preço do PlayStation 4 importado o fator essencial para levar bem a sério a ideia de produção local. Assista à entrevista.
Os consoles são montados na fábrica da Flextronics, em Manaus (AM). O Brasil é apenas o segundo país do mundo a fabricar o PlayStation 4. Até então, só a China era responsável pela produção.
E quem também pode se dar bem com a produção brasileira do PS4 são os nossos vizinhos. Isso porque a Sony irá avaliar a possibilidade de exportar o PS4 feito aqui para países da América Latina.
preço PS4 (Foto: Arte G1)Infográfico mostra comparativo de preços do PS4
no Brasil e em outros países (Foto: Editoria de
arte/G1)
Conta do prejuízo
O anúncio do preço do PS4 no Brasil, em outubro de 2013, gerou uma enxurrada de críticas à Sony. Na época, a empresa afirmou ao G1 que, mesmo com o alto valor, perdia dinheiro com a venda do videogame no Brasil. O culpado? A cascata de impostos sobre produtos importados.
Segundo a companhia, 21,5% do preço do PS4 importado é o valor de transferência do console. Ou seja, o valor que a Sony Brasil paga por cada unidade importada.
A empresa afirma que 63% do valor final do produto são impostos cobrados para trazer o console para o país, como IPI, imposto de importação, Pis e Cofins. Estes valores são somados à margem do varejista que irá vender o PS4 e à margem do distribuidor, que é a Sony Brasil, em um total de 22%.
O total da conta chega a R$ 4.257. A Sony dizia ainda "devolver para o negócio" R$ 258, 6,5% do valor do produto, para fechar o preço do varejo de R$ 4 mil, que os executivos consideravam na época "o mais baixo o possível".

Hugh Jackman afirma que já foi convidado para interpretar James Bond



Hugh Jackman afirmou que foi convidado no passado para interpretar o James Bond e que pensaria com carinho caso recebesse uma proposta para interpretar o agente secreto mais famoso dos cinemas mais uma vez.
O ator australiano estava no início de uma importante etapa de sua carreira, quando ele assumiu as garras do Wolverine na franquia X-Men, no ano em que recebeu o convite para suceder Pierce Brosnan, ator que viveu o 007 antes de Daniel Craig. "Na época eu estava prestes a rodar X-Men 2 [lançado em 2003] e eu pensei 'Ah, eu acho que não é o momento certo'", disse Jackman no programa de TV australiano The Project.
Ao ser perguntado qual seria sua reação caso seja convidado a interpretar o James Bond novamente, Jackman respondeu que "consideraria seriamente" a proposta.
Daniel Craig interpreta James Bond em 007 Contra Spectre, que estreia dia 5 de novembro, em sua quarta atuação como o personagem. O contrato do ator garante que ele irá trabalhar em mais um filme da franquia, mas em entrevista recente o astro disse que seu futuro na cinessérie é incerto. "Eu realmente não sei. Honestamente, nem mesmo consigo me imaginar nesse momento [fazendo outro 007]. Eu tenho uma vida, e gostaria de cuidar um pouco dela. Mas veremos", afirmou em entrevista à Esquire.
Entre os principais mencionados em rumores para substituir Craig no papel de Bond estão os atores Idris Elba e Damian Lewis.

Rachel McAdams e Naomie Harris apresentam o drama Nocaute, com Jake Gyllenhaal

Chega aos cinemas esta semana o drama Nocaute, nova produção de Antoine Fuqua (Dia de Treinamento). Jake Gyllenhaal  interpreta um boxeador invicto, que vê sua vida desmoronar quando perde a esposa (Rachel McAdams). Aos poucos, ele tenta se reconstruir e voltar a lutar.
O AdoroCinema esteve presente na pré-estreia do filme em Los Angeles, e pudemos conversar com Rachel McAdams, a talentosa Naomie Harris e a jovem atriz Oona Laurence. Elas falam especialmente da grande transformação física de Gyllenhaal para o papel, mostrando o grande comprometimento do ator.
Abaixo, você descobre o cartaz nacional.

Neymar da show contra os Estados Unidos e chama atenção nos números

Jogador já está a dez gols de alcançar Romário, quarto maior goleador da história da Seleção. Aos 23, ele balançou a rede com a camisa amarelinha 46 vezes


Foram apenas 55 minutos nos dois amistosos disputados pela Seleção nos Estados Unidos, contra a Costa Rica e os donos da casa. O suficiente para o atacante Neymar marcar duas vezes com a amarelinha. Após 67 jogos pelo Brasil, o jogador marcou 46 gols, ficando a dez de Romário, o quarto maior goleador da história da equipe nacional. E o camisa 10 não para de bater recordes e de se aproximar de marcas cada vez mais impressionantes defendendo o time brasileiro.
- A seleção sempre teve muitos jogadores de qualidade. Nunca foi de um cara só. Dou os parabéns a todos os jogadores que estão jogando muito bem e representaram o Brasil muito bem nesses dois amistosos.
Neymar gol Brasil x Estados Unidos (Foto: Leo Correa / MoWA Press)A cada partida, Neymar vai fazendo história na seleção brasileira (Foto: Leo Correa / MoWA Press)


Pelé é o líder de artilheiros, com 95 gols. Mas se depender do retrospecto de Neymar, a marca do Rei do Futebol tem tudo para ser quebrada em 2020, quando o craque estiver com 28 anos. E o técnico Dunga acredita que o jogado poderá atingir tal feito e vai além:
- Ele vai bater o recorde de gols. Assino aqui e aposto com qualquer um, mas quero fazer uma aposta diferente com ele. Para ser campeão do mundo. Vai bater Pelé – disse em entrevista recente ao Sportv. 
Com apenas 23 anos, Neymar alcançou a marca de 46 gols. Na mesma idade, os outros jogadores que estão à frente dele na lista de maiores goleadores da história da Seleção passaram longe desse feito. Zico, por exemplo, não havia balançado a rede quando tinha a mesma faixa do craque do Barcelona e do time nacional.  
INFO - Números Neymar Seleção (Foto: GloboEsporte.com)Os números de Neymar aos 23 anos impressionam
(Foto: GloboEsporte.com)
- Estou aqui para ajudar. O meu negócio é estar em campo, marcando os gols e ajudando. Quero sempre estar à disposição do meu treinador. 
Para os dois primeiros jogos das eliminatórias, contra Chile, no dia 8 de outubro, em Santiago, e diante da Venezuela, no dia 13, em Fortaleza, Neymar estará fora da Seleção. Suspenso pela Conmebol, o atleta não poderá participar dos amistosos. Apesar disso, a CBF entrou com recurso no TAS (Tribunal Arbitral do Esporte) e ainda aguarda uma resposta até a convocação, no dia 17 de setembro.
- Estou aí. Torcendo para que eu possa jogar. Tem pessoas que trabalham nisso e podem tentar diminuir alguma coisa. Tomara que eles possam mudar essa pena e eu possa ajudar a Seleção. 
Caso não possa entrar em campo, Neymar crê que Dunga tenha encontrado o substituto ideal para o início das eliminatórias. 
- A Seleção tem grandes jogadores que podem suprir qualquer ausência. O Douglas Costa vem jogando bem não só no clube, mas na Seleção. Ao lado do Marcelo, ele tem jogado bem e espero que ele continue assim. 
Na conversa com os jornalistas, Neymar também revelou para quem foi a comemoração simulando uma gravidez e o dedo polegar na boca.
- Foi para o Bernardo. É o filho de um amigão meu que nasceu tem poucos dias – contou o jogador, referindo ao filho do amigo Guilherme Pitta.
O jogador ainda falou do retrospecto recente da Seleção. Com Dunga, o Brasil jogou 16 vezes, venceu 14, perdeu uma e empatou outra. A única derrota aconteceu na Copa América, na fase de grupos, para a Colômbia (1 a 0). Foi a mesma partida em que o craque acabou expulso e, posteriormente, suspenso pela Conmebol com quatro partidas.  
- Quando tem um resultado que não é o que buscamos, de derrota, acaba encobrindo algumas qualidades. É uma seleção que precisa ser bem trabalhada, ter mais afinidade um com outro e tem muita coisa boa nessa seleção.
Por fim, Neymar vibrou com o primeiro gol da Rafael Alcântara pela Seleção. O jogador é seu companheiro no Barcelona e foi chamado por Dunga pela primeira vez para defender a equipe 

Sinopse Narcos S01E06 Spoilers


Hora de contar os cadáveres!
Estruturalmente, “Explosivos” é um episódio intrigante. Ao mesmo tempo em que possui alguns dos acontecimentos mais importantes da temporada, cadencia-os em um ritmo pausado, quase que degustando cada reação dos seus personagens em quantos aos dilemas que são colocados em tela (enquanto uma série que não tivesse certa sobre sua própria narrativa iria optar por um episódio com maior foco na ação constante). Se “There Will Be a Future” dividiu o clima da temporada ao anunciar oficialmente o começo de uma guerra, “Explosivos” tem como principal objetivo demonstrar as consequências, para ambos os lados, deste conflito declarado.
Iniciando-se do exato ponto em que o episódio anterior termina, “Explosivos” divide seus principais personagens em dois arcos distintos: Com Escobar e Murphy realizando um jogo de gato e rato quanto à proteção de Cesar Gaviria, enquanto Peña e Carrillo se dirigem à cidade de Cartagena para efetuar uma missão que tem como principal alvo José Rodríguez Gacha.
Pode-se perceber apenas pela breve leitura da sinopse a metamorfose sofrida pela atmosfera da série, trazendo pela primeira vez Murphy e Peña sem estar no mesmo arco, o que já via sido brevemente alertado no episódio anterior, quando ambos dividem as funções que iriam desempenhar, trazendo ao espectador a ideia de que a urgência de se tomar medidas no conflito se tornou tamanha que os soldados não podem se dar ao luxo de estarem juntos.
Com o principal alvo de Escobar se tornando Gaviria, a proteção dada a ele por Murphy ocupa a maior parte do tempo de tela, mostrando o policial em um clima de constante tensão ao ter que lidar paralelamente com o narcotráfico e com o empecilho de seus supostos colegas da CIA (novamente, mais preocupados com a própria tese de que os verdadeiros inimigos são os comunistas do que com a deportação de Escobar).
Boyd Holbrook acerta ao trazer constantemente com o cenho fechado e olhar remontando a um alerta de que a qualquer instante poderá surgir alguma ameaça. Com menor tempo em tela, Wagner Moura se mostra cada vez mais seguro em sua personificação de Escobar, com um olhar que demonstra a melancolia do personagem pelos atos por ele praticados, a ponto de remontar no espectador desespero apenas com uma sincera demonstração de afeto por determinado personagem e sua família (quase que fazendo um mea culpa por suas ações).  E se Raúl Mendez trazia em “There Will be a Future” um Gavíria medo por sua vida e de sua família, apenas a sua mudança de postura já demonstra a percepção do candidato quanto ao seu papel no combate ao narcotráfico e os riscos calculados que deve tomar para alcançar a presidência.
Do outro lado do país, Peña e Carrillo se encontram na situação exatamente oposta ao fazer uma operação que finalmente consegue encurralar Gacha. E se não é de estranhar que o narcotraficante tenha se deixado tão exposto diante de sua impulsividade, o roteiro, concebido a seis mãos por Andrew Black, Chris Brancato e Samir Mehta, faz questão de ressaltar a falta de cautela do próprio vilão que o leva à ruina, a ponto de nem mesmo os seus supostos aliados não se sentirem mais seguros com a sua presença (algo que o próprio Carrillo nota com estranheza).
Entretanto, o trunfo de “Explosivos” se dá o de conseguir com eficiência introduzir dois novos personagens e dar a estes traços marcantes a eles, para que nenhum dos dois conseguisse sobreviver até o fim do episódio. Freddy Gacha, com uma personalidade impulsiva herdada do próprio pai, a ponto de passar a maior parte do tempo assediando sexualmente sua secretária e mata-la sem o menor peso na consciência, consegue ao mesmo tempo trazer de aversão e estabelecer uma dinâmica com o pai que ajuda a demonstrar a humanidade de ambos, por mais impiedosos e monstruosos que possam ser, e remeter sentimentos conflitantes na forma em que a dupla se despede da série (com a forma que se mata Gacha sendo tão cruel quanto seus próprios atos).  Ao passo que Jaime traz uma inocência em sua gratidão por Escobar que o transformam na figura mais trágica do episódio e trazer o momento de maior impacto da série até o presente momento, com uma aflição que se torna ainda maior por ser apenas sugerida em tela e sendo devidamente sucedido por créditos que apropriadamente não evocam nenhuma música para gerar aflição no espectador.
Não se faz uma guerra sem vítimas e Narcos consegue mostrar que são justamente aqueles que não detém poder que mais se prejudicam. Por mais que seja visado, Gaviria conseguiu ter apoio suficiente para ao menos alertar de que haveria um ataque à sua pessoa, ao passo que Jaime e os cidadãos que iriam de Medelín a Cali tiveram o fim precoce de suas vidas sem ao menos ter o direito de entender o que estava acontecendo. Um preço a pagar quando se cria uma guerra  visando regular as substâncias que os cidadãos ingerem no próprio corpo e que, em todo o planeta, apenas trouxe a violência como contrapartida.