Podcast 12 - Esportes

domingo, 6 de setembro de 2015

Luta entre Werdum e Velásquez não deve acontecer até março, diz Dana

Fabricio Werdum havia declarado que a luta contra Cain Velásquez não aconteceria este ano. E, de acordo com Dana White, o reencontro entre os pesos-pesados do Ultimate sequer vai ocorrer antes de março de 2016. Foi o que afirmou o mandatário na coletiva de imprensa após o UFC 191, sediado em Las Vegas, no sábado.
Fabricio Werdum Cain Velásquez UFC 188 (Foto: Getty Images)Fabricio Werdum e Cain Velásquez mediram forças no UFC 188, em junho, no México (Foto: Getty Images)


- A próxima luta dos pesados não deve acontecer até março. É quando o Werdum quer lutar. Vamos ver. Para esses caras (Andrei Arlovski e Frank Mir) ainda estarem aqui fazendo o que estão fazendo é impressionante. Não acho que a luta de hoje foi o que todo mundo estava esperando, mas às vezes as coisas não saem do jeito que a gente espera - declarou Dana, citando Arlovski e Mir, que se enfrentaram no card do UFC 191.

Campeão peso-pesado do Ultimate, Fabricio Werdum vai defender o cinturão justamente contra Velásquez, a quem finalizou em seu último compromisso, no UFC 188, em junho, no México. Na ocasião, o brasileiro ainda era o dono do título interino e buscava a unificação contra o americano, detentor do cinturão linear.

Em desabafo, Vitor critica McGregor e cobra "valores olímpicos" do Ultimate

Vitor Belfort fez um desabafo neste domingo, através de sua conta no Instagram. O lutador criticou o fato de atletas "falastrões" terem "mais espaço do que os atletas de verdade" e usou o irlandês Conor McGregor como exemplo do que vem acontecendo. O Fenômeno disse que Ultimate e lutadores "têm que entender que os valores olímpicos (código moral) também devem ser aplicados" para que o MMA se torne um esporte olímpico um dia.

- Essa luta tem história: Belfort vs Henderson 3. Não precisamos falar besteira para vendê-la. Será que um dia o MMA será visto mais como esporte e menos entretenimento? Vendo o rumo das coisas, parece que não. Infelizmente, os falastrões têm ganhado mais espaço do que os atletas de verdade. Um bom exemplo é o Aldo (verdadeiro atleta) e McGregor (falastrão). Onde vamos parar? Para nos tornarmos um esporte olímpico, não adianta só aplicar as regras olímpicas, a organização e os atletas têm que entender que os valores olímpicos (código moral) também devem ser aplicados. E o respeito é um deles. Não quero que meu filho aprenda que ser lutador é xingar o próximo e só falar de dinheiro. Aqui vai minha consultoria de graça. Eu tenho voz! - escreveu Belfort.


Vitor Belfort instagram

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Revenge | Chefão da ABC cogita a possibilidade de um spin-off



Embora Revenge tenha sido finalizado em maio, havia uma longa especulação de um possível spin-off, dado o final que o personagem Nolan Ross recebeu, como também através de Kingmakers, nova série do produtor de Revenge, Sallie Patrick. A ideia inicial era que um ou dois personagens de Revenge poderiam aparecer em Kingmakers” Disse o showrunner de Revenge Sunil Nayar. Queremos construir as duas séries no mesmo universo” Kingmakers compartilharia a básica premissa de Revenge de um jovem assumindo uma nova identidade para investigar a morte de um ente querido, e seria estrelado por Kristin Bauer van Straten (True Blood), Adrian Pasdar (Heroes), Michael Trevino (The Vampire Diaries) e Colin Woodell (The Originals), entre outros. Porém, o piloto não foi aprovado pela emissora. Mas nessa semana, durante a coletiva de imprensa do Television Critics Association, Paul Lee, presidente da ABC, comentou a decisão de não seguir em frente com Kingmakers, e sua resposta veio com uma pequena esperança para os fãs. Nós não pegamos o piloto, mas Revenge é uma marca maravilhosa, é conhecida em todo o mundo, isso não nos impede de fazê-lo novamente”

terça-feira, 4 de agosto de 2015

E aí galera nerd esportista, hoje nesse dia especial pra nós esquipe do nerd campo, lançamos nosso primeiro Podcast.

Sempre faremos dois Podcast por semana; um sempre falando de esportes e outro sempre falando algo do nosso mundo nerd, que pode ser: Livros, mangás, quadrinhos, seriados, filmes, Hqs, super-herois entre outros temas mais.

Aqui abaixo deixo o servidor para download ou ate mesmo para você escutar no próprio blog enquanto lê nossas postagens.

Nosse primeiro Podcast falamos sobre: Formula 1, UFC 190, NFL e o Campeonato Brasileiro.
Se gostou compartilhe com a galera, divulguem, comentem e dê sua sugestão de tema.
Sua opinião é sempre de grande valia para nossa equipe.

Aproveitem o Podcast e desde já muito obrigado


Ronda cumpre promessa e deixa cinturão do UFC no Instituto Reação

Depois de nocautear Bethe Correia, no sábado, "Rowdy" escolhe a entidade criada por seu amigo e ídolo, Flávio Canto, para abrigar o objeto e inspirar crianças carentes


Flávio Canto e Ronda Rousey no Reação, no Complexo Esportivo da Rocinha, no Rio de Janeiro (Foto: André Durão)
Ronda Rousey havia prometido que, se vencesse Bethe Correia e, consequentemente, mantivesse o cinturão do peso-galo do UFC, deixaria o objeto no Brasil. Nesta terça-feira, no Rio de Janeiro, a americana cumpriu a palavra e presenteou o Instituto Reação, organização não governamental criada pelo ex-judoca Flávio Canto - seu amigo e ídolo - com a cinta do Ultimate. 
A lutadora chegou ao local com o cinturão coberto e, ao revelar o objeto, recebeu os aplausos das crianças do Instituto Reação, logo após ser apresentada, junto com sua mãe, a ex-judoca AnnMaria de Mars, por Flávio Canto.
Flávio Canto e Ronda Rousey (Foto: André Durão)- Tocou o meu coração o que vi aqui no Reação. A maneira com a qual fui recebida no Brasil nunca aconteceu em nenhum lugar do mundo. Queria encontrar uma maneira de retribuir e fazer algo especial por esse país tão importante para mim e para o MMA. Eu me inspiro vendo vocês treinando e queria de alguma forma inspirar vocês também - declarou "Rowdy".

Flávio Canto enalteceu o gesto da campeã do Ultimate e prometeu cuidar bem do cinturão, que sempre pertenceu a invicta atleta, dona da categoria desde a sua criação, em 2013.

- Esse cinturão simboliza muita coisa na vida dela, tudo o que ela passou, não só a última luta. Eu achava que era uma coisa muito grande para ela abrir mão, falei para ela que isso era loucura, mas quis assim. Vamos guardar esse cinturão com todo o carinho - destacou o brasileiro.
Ronda Rousey no Instituto Reação (Foto: André Durão)Com o cinturão na mão, Ronda posa ao lado da mãe, AnnMaria de Mars, com as crianças do Reação (Foto: André DurãoFonte: Globo Esporte

Análise: inconformismo é o mínimo que se espera de Ganso no Brasileirão

Autor de um gol em 29 partidas na temporada, meia do São Paulo precisa se despir de sua elegância e assumir a responsabilidade de mudar o cenário de um ano terrível


Ganso e Osorio em treino do São Paulo (Foto: André Lucas Almeida/Futura Press/Estadão Conteúdo)Ganso tem um gol em 29 jogos no ano(Foto:André Lucas Almeida/Futura Press/Estadão Conteúdo)
Paulo Henrique Ganso não pode estar conformado com 2015. O mistério em torno do futebol do camisa 10 do São Paulo é um dos mais difíceis de se desvendar. Cinco anos depois, ainda há quem espere e torça pelo despertar daquele craque de 2010, que, ao lado de Neymar, no Santos, praticou o jogo mais bonito dos últimos tempos (por seis meses). 
Exagero. Ganso não precisa voltar tão longe no tempo para ser considerado um ótimo jogador. Em 2013, foi fundamental para afastar o São Paulo da zona de rebaixamento. Em 2014, conduziu o time ao vice-campeonato brasileiro. Mas a passividade com que encara a temporada, na qual fez um único e inacreditável gol em 29 jogos, dá luz a questionamentos radicais: ele é bom mesmo?
Deve haver muitos que pensam que não, e até com bons argumentos. Discordo. Ganso é talentoso. Um talento raro já demonstrado, mas insuficiente para anular deficiências que o impedem de ser completo. Um desses problemas é justamente a incapacidade de se redescobrir, se renovar. Não basta estar insatisfeito com o próprio rendimento, como ele, de fato, está. É preciso agir.
As constantes transformações pelas quais passa o São Paulo afetam o desempenho de qualquer jogador. Ganso não foge à regra. Culpá-lo por tudo, como às vezes se faz, é injusto. Na atual fase, Juan Carlos Osorio trabalha para que o meia não se movimente tanto, justamente o contrário do que sugerem alguns técnicos, colunistas, ex-jogadores... Aliás, nenhum boleiro do futebol brasileiro é alvo de tantas opiniões, palpites ou decretos quanto Paulo Henrique Ganso.
Posicionamento que Osorio quer dar a Ganso no São Paulo (Foto: Arte: GloboEsporte.com)Osorio quer que Ganso receba a bola atrás dos volantes rivais, perto da área, com opções de passe: nada de recuar

Na visão do técnico colombiano, seu maestro não precisa vir ao campo de defesa para receber a bola e iniciar a criação das jogadas ofensivas. Ele quer que seus zagueiros, volantes e laterais (ou alas) tenham qualidade suficiente para isso, e proporcionem a Ganso receber a bola atrás dos volantes adversários para decidir (veja no campinho acima), ou com finalizações, ou com assistências para uma das três opções de passe que Osorio, quer oferecer a ele.
Osorio não quer que Ganso volte para buscar a bola no campo de defesa. Treina para que zagueiros, volantes e laterais tenham qualidade e permitam ao meia recebê-la perto da área adversária. Não xinguem o meia se ele não voltar para receber
Portanto, quando o jogador não se apresentar para receber a bola dos zagueiros, não recuar ao círculo central, não "aparecer", como costumam reclamar os corneteiros do Morumbi, segurem o ímpeto de xingá-lo. É uma orientação, é treinado.
No próximo domingo, contra o Corinthians, Ganso não terá Luis Fabiano à sua frente, o que pode se transformar em boa notícia. São grandes jogadores, mas o centroavante acaba travando um espaço de criação do meia. 
Por outro lado, não terá Pato, aquele cuja movimentação mais cria possibilidades ao camisa 10. É possível que, no clássico, o meia tenha de lidar com a falta de compreensão tática do argentino Centurión, que tenta compensar com raça e carisma.
Não será fácil dar qualidade ao time do São Paulo para que Ganso receba a bola, já no último terço do campo, em condições de criar. Mas Osorio não tem medo de trabalho. A última imagem do meia é de um bom jogo contra o Atlético-MG. Uma atuação consistente, corajosa, mas marcada por uma bola na trave (assista no vídeo abaixo) carregada de uma dessas características mais irritantes do canhoto: a tal incapacidade de fazer diferente.

Ganso bateu com estilo. Deslocou o goleiro. Girou o corpo. O pé de apoio estava na grama de maneira impecável. A cabeça em pé. A bola girou em movimentos rotacionais como se fosse um balé. Mas não entrou. E precisava entrar. Era tudo que o São Paulo e Ganso precisavam. Tudo que o camisa 10 faz parece bonito. Ele deve ser elegante até para comer um cachorro-quente cheio de molhos.
Mas no momento que vivem jogador e clube, nenhum movimento ali poderia ser mais bonito do que o estufar da rede. Ganso, que já havia desperdiçado chance surreal diante do Coritiba(assista abaixo), precisa descer alguns degraus em sua escadaria da elegância. Precisa rebaixar-se ao nível dos mortais. Sair da "matrix", o mundo imaginário em que tudo está bem, sob controle, as perspectivas são as melhores possíveis e a seleção brasileira está ali à espera de seu retorno para voltar a ser respeitada. Ganso precisa mudar o jogo.

Não é possível que ele se conforme em ter perdido duas Copas do Mundo e não ter, hoje, nem sequer ilusão de disputar a de 2018. Quando Dunga fala (e ele sempre fala) que, para fazer parte da Seleção, o jogador precisa ter, além de tudo, mentalidade vitoriosa, um dos nomes escondidos sob sua condição é o de Paulo Henrique Ganso.
Ganso São Paulo (Foto: Leonardo Benassatto/Futura Press/Estadão Conteúdo)Ganso é quem precisa ter atitude de mudar sua atual situação (Foto:Leonardo Benassatto/Futura Press/Estadão)
Não assino a impressão de que não corre sangue nas veias do jogador. Ele se importa, se esforça, marca, desarma, não é um cubo de gelo humano como se diz por aí. Mas com a capacidade técnica e a visão privilegiada que tem, Ganso tem de se inconformar com números pífios e resultados ruins. Precisa mudar o cenário, chutar de bico, abrir mão de um jogo que ele parece praticar sozinho. Inconformismo é o mínimo que o São Paulo espera de seu maestro.
fonte: Globo esporte

Dinossauros invadindo o mundo? Diretor adianta o que pode vir por aí na sequência de Jurassic World

Colin Trevorrow revelou alguns dos planos para a sequência estrelada por Chris Pratt e Bryce Dallas Howard.



Após alcançar a terceira maior bilheteria de todos os tempos, não foi surpresa nenhuma a confirmação de uma sequência de Jurassic World - O Mundo dos Dinossauros. Mas qual será o próximo passo da franquia comandada por Steven Spielberg?


Apesar de não assumir a cadeira de direção desta continuação, Colin Trevorrow será produtor executivo e vai escrever o novo longa, ao lado de Derek Connolly. E, para alegria geral dos fãs, ele decidiu adiantar um pouquinho do que pode ser abordado no filme, durante uma entrevista ao Wired. E uma coisa é garantida: nada de dinossauros perseguindo todo mundo dentro de uma ilha!

"Eu sinto que a ideia não pode ficar sempre limitada a temática do parque e existem aplicações para esta ciência que vão além do entretenimento. [...] E se outras 15 diferentes instituições ao redor do mundo tivessem a capacidade de criar dinossauros? Essa foi uma ideia interessante que não pudemos explorar totalmente neste filme, mas tem muito espaço para ser expandido.", declarou Trevorrow.

Já imaginou? Vários dinossauros espalhados pelo mundo e fora de controle? Ou seja, uma das ideias para o novo longa pode ser, justamente, descobrir quais são os limites da ciência, principalmente quando suas consequências podem ser catastróficas.

Por enquanto, confirmado mesmo só as presenças de Chris Pratt e Bryce Dallas Howard no longa, assim como Spielberg assumindo novamente o papel de produtor executivo. A estreia para Jurassic World 2 está prevista para 22 de junho de 2018.